Galeria Borghese, uma galeria de arte em Roma, lançou um concurso internacional de arquitetura para a conceção de um novo pavilhão museológico.
A ampliação, situada junto à histórica villa do século XVII da Galleria Borghese, irá dar resposta às necessidades de um público internacional e a uma coleção que excede a atual capacidade de exposição.
Patrocinado pela Proger, Itália, empresa líder independente de engenharia, e apoiado pela Câmara Municipal de Roma, o projeto prevê um número recorde de 630 760 visitantes na galeria em 2025.
Devido à fragilidade dos interiores do edifício, a entrada na galeria está limitada a 180 pessoas por período horário, o que significa que, todos os anos, cerca de 100 000 potenciais visitantes ficam sem poder entrar.

«Um grande passado só é útil se ajudar a construir um futuro ainda melhor. Caso contrário, não passa de pó», afirmou Marco Lombardi, diretor executivo da Proger.
«É este espírito que move a Proger, e esta visão da cultura como motor do progresso levou-nos a propor à Galleria Borghese e à cidade de Roma um concurso entre alguns dos melhores arquitetos do mundo, com o objetivo de melhorar a usabilidade e a acessibilidade de um dos mais belos museus do mundo.»
A primeira fase da competição, que se divide em duas fases concurso está aberta a empresas internacionais de arquitetura e engenharia. Serão selecionados cinco finalistas, que serão convidados a participar na fase de conceção.
O júri, composto por profissionais independentes e especialistas reconhecidos internacionalmente, irá decidir qual a empresa vencedora.
Projeto patrocinado pela Proger
«No cumprimento do papel social de uma empresa, a Proger propôs-se financiar e supervisionar o desenvolvimento de um projeto de expansão, sem pedir nada em troca além do progresso da Itália e da Europa.
O projeto «é o que centenas de obras-primas merecem, obras que merecem ser expostas, mas que permanecem em armazém», acrescentou Lombardi.
«É o que merecem os cem mil visitantes que, todos os anos, não conseguem garantir um bilhete. É o que merecem as pessoas com mobilidade reduzida, que hoje têm dificuldade em percorrer os corredores e os andares desta magnífica galeria do século XVII», afirmou.
«A cidade merece-o. E, acima de tudo, a Europa merece-o, um continente que fez da arte e da cultura a sua marca distintiva.»






